Twitter Facebook Google+ Vimeo

Free Font Friday – Uni Sans



Continue lendo »

O Nuke da Adobe

Nesse fim de semana vários amigos me marcaram no Facebook a respeito de uma possível fusão entre empresa The Foundry e a “querida” Adobe pela bagatela de 200 milhões de libras, algo em torno de quase um bilhão de reais. Já vi uma galera comentando tal façanha, se isso é bom ou não é, palpites malucos, etc. Venho aqui tentar esclarecer alguns pontos.

O primeiro deles é que After Effects não é Nuke. Nem um vai substituir o outro, nem vice-versa. Um é focado em motion design e o outro é para composição de VFX. Antes de começarem a pensar que a Adobe vai matar o Nuke, é preciso entender a diferença básica de cada um.

The Foundry’s 2015 Showreel from The Foundry on Vimeo.

Continue lendo »

Free Font Friday – White Pine


Download
Via

Hackeando museus

Hal Kirkland é um diretor criativo que gosta de colocar suas ideias loucas em prática. Uma delas foi o projeto Audio Tour Hack, que ele fez independentemente para os museus Guggenheim e MoMA de Nova Iorque.

Artobots

O Guggenheim estava com a exposição “Choices” do artista John Chamberlain, que consistia em peças metálicas coloridas destorcidas. Hal reimaginou o conceito da exposição, como se as peças fossem remanescentes de uma guerra entre os Autobots e Decepticons. Para expressar sua reinterpretação, ele criou o app Artobots que servia de guia para a exposição, em que cada peça tinha a narração da sua história fictícia.

artobots-guggenheim

Aqui uma das peças que lembra os destroços do Bumblebee, e o áudio que acompanhava, explicando a peça.

artobots-bumblebee

Veja o projeto completo aqui.
Continue lendo »

Free Font Friday – Perfograma


Continue lendo »

O que eu aprendi nos últimos anos como Designer de Produto

Há cerca de dois anos, eu comecei a usar o rótulo de Designer de Produto. Isso significou que eu passaria a ver um pouco menos disso:

Screen Shot 2015-04-10 at 2.28.03 AM

e mais disso:

sublime-text

Também significou que eu acabaria fechando algumas pontas soltas na minha cabeça sobre o que significa a prática do design…
Continue lendo »

Vida de Vinil

Decidi ser designer lá pelos 14 anos.

Provavelmente desenhando a capa de um disco do Ramones. Nessa época um amigo me perguntou:

” – Porque você desenha as capas de todos os discos? ”

Esta resposta é obvia agora, depois de 20 anos que tenho uma paixão por capas e discos na mesma proporção do meu amor pela minha profissão. E não falo isso querendo me exaltar não, é no sentido piegas mesmo.

Um dia  meu pai me perguntou se poderia jogar fora todos os vinis que a gente tinha, afinal de contas a vitrola estava quebrada há anos e os discos estavam se deteriorando por falta de uso. Lógico que foi tudo pro lixo, nós tínhamos a certeza que nada daquilo seria usado, novos tempos, novas mídias.

Então me vejo depois daquele episódio sem ver uma capa de disco no tamanho 30 x 30 cm, impressa, com textura, com cheiro, com vida. As capas são isso, elas são a cara da banda em uma época que não se viam os integrantes tão facilmente como hoje. Era a tradução impressa do espírito do artista, de como era possível fazer design gráfico pouco preocupado com função, mais preocupado com identidade e arte.

True Stories, um presente de um amigo que me deu toda a coleção do Talking Heads.

True Stories, um dos presentes de um amigo que me deu discografia do Talking Heads, original dos anos 80.

Continue lendo »

Avatares animados para Virgin America

Design e storyboarding: Build
Animação: Animade
Case

Dica da Bee Grandinetti

Barreiras e Designers

Já pensou quantas barreiras nós designers colocamos quando o assunto é aprender alguma coisa nova? Tudo aquilo que foi produzido, todas as modinhas e técnicas que só você sabe fazer, um dia será ultrapassado. E aí, você não é designer?

“- Há, inventa uma coisa nova aí!”

Eu tenho 2 características intrínsecas do designer pra te falar. A criatividade e a preguiça. Sim, elas andam lado a lado. Talvez você até seja mais hiperativo, mas a maioria que eu conheço não correu nem 10% da maratona e já está cansado. Não é falta de treinamento, é preguiça mesmo. Seguindo a Wiki:

A preguiça pode ser interpretada como aversão ao trabalho, bem como negligência, morosidade e lentidão.

Uma das coisas que mais gosto nessa profissão é fazer algo de novo e aprender uma técnica que eu não tenho a menor idéia de como se faz. Se tem cheiro de novo, eu tô dentro! Até que o meu chefe me desafiou:

“- Uno, vamos aprender a programar?”

Eu que nasci no meio de lápis e tinta, sempre usando o lado direito do cérebro, me vi diante a uma barreira gigantesca, de códigos, frameworks, bits e bytes. É impossível, isso não dá pra mim…

Mas se eu conseguir olhar a programação como um processo para descobrir uma nova arte, uma nova linguagem já torna a coisa mais digerível.

Ok, eu topo, vamos programar.

outline_china

Mao do Warhol, releitura em Processing

Continue lendo »

DVDP

O software é o Cinema 4D. A saída são gifs animados e a arte é optica. Conheça DVDP.

Continue lendo »