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Free Font Friday – White Pine


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Hackeando museus

Hal Kirkland é um diretor criativo que gosta de colocar suas ideias loucas em prática. Uma delas foi o projeto Audio Tour Hack, que ele fez independentemente para os museus Guggenheim e MoMA de Nova Iorque.

Artobots

O Guggenheim estava com a exposição “Choices” do artista John Chamberlain, que consistia em peças metálicas coloridas destorcidas. Hal reimaginou o conceito da exposição, como se as peças fossem remanescentes de uma guerra entre os Autobots e Decepticons. Para expressar sua reinterpretação, ele criou o app Artobots que servia de guia para a exposição, em que cada peça tinha a narração da sua história fictícia.

artobots-guggenheim

Aqui uma das peças que lembra os destroços do Bumblebee, e o áudio que acompanhava, explicando a peça.

artobots-bumblebee

Veja o projeto completo aqui.
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Free Font Friday – Perfograma


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O que eu aprendi nos últimos anos como Designer de Produto

Há cerca de dois anos, eu comecei a usar o rótulo de Designer de Produto. Isso significou que eu passaria a ver um pouco menos disso:

Screen Shot 2015-04-10 at 2.28.03 AM

e mais disso:

sublime-text

Também significou que eu acabaria fechando algumas pontas soltas na minha cabeça sobre o que significa a prática do design…
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Vida de Vinil

Decidi ser designer lá pelos 14 anos.

Provavelmente desenhando a capa de um disco do Ramones. Nessa época um amigo me perguntou:

” – Porque você desenha as capas de todos os discos? ”

Esta resposta é obvia agora, depois de 20 anos que tenho uma paixão por capas e discos na mesma proporção do meu amor pela minha profissão. E não falo isso querendo me exaltar não, é no sentido piegas mesmo.

Um dia  meu pai me perguntou se poderia jogar fora todos os vinis que a gente tinha, afinal de contas a vitrola estava quebrada há anos e os discos estavam se deteriorando por falta de uso. Lógico que foi tudo pro lixo, nós tínhamos a certeza que nada daquilo seria usado, novos tempos, novas mídias.

Então me vejo depois daquele episódio sem ver uma capa de disco no tamanho 30 x 30 cm, impressa, com textura, com cheiro, com vida. As capas são isso, elas são a cara da banda em uma época que não se viam os integrantes tão facilmente como hoje. Era a tradução impressa do espírito do artista, de como era possível fazer design gráfico pouco preocupado com função, mais preocupado com identidade e arte.

True Stories, um presente de um amigo que me deu toda a coleção do Talking Heads.

True Stories, um dos presentes de um amigo que me deu discografia do Talking Heads, original dos anos 80.

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Avatares animados para Virgin America

Design e storyboarding: Build
Animação: Animade
Case

Dica da Bee Grandinetti

Barreiras e Designers

Já pensou quantas barreiras nós designers colocamos quando o assunto é aprender alguma coisa nova? Tudo aquilo que foi produzido, todas as modinhas e técnicas que só você sabe fazer, um dia será ultrapassado. E aí, você não é designer?

“- Há, inventa uma coisa nova aí!”

Eu tenho 2 características intrínsecas do designer pra te falar. A criatividade e a preguiça. Sim, elas andam lado a lado. Talvez você até seja mais hiperativo, mas a maioria que eu conheço não correu nem 10% da maratona e já está cansado. Não é falta de treinamento, é preguiça mesmo. Seguindo a Wiki:

A preguiça pode ser interpretada como aversão ao trabalho, bem como negligência, morosidade e lentidão.

Uma das coisas que mais gosto nessa profissão é fazer algo de novo e aprender uma técnica que eu não tenho a menor idéia de como se faz. Se tem cheiro de novo, eu tô dentro! Até que o meu chefe me desafiou:

“- Uno, vamos aprender a programar?”

Eu que nasci no meio de lápis e tinta, sempre usando o lado direito do cérebro, me vi diante a uma barreira gigantesca, de códigos, frameworks, bits e bytes. É impossível, isso não dá pra mim…

Mas se eu conseguir olhar a programação como um processo para descobrir uma nova arte, uma nova linguagem já torna a coisa mais digerível.

Ok, eu topo, vamos programar.

outline_china

Mao do Warhol, releitura em Processing

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DVDP

O software é o Cinema 4D. A saída são gifs animados e a arte é optica. Conheça DVDP.

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Reggie Watts visitou Brasília e fez um documentário

Dica do Thiago Diniz

Me desculpem, sou designer

“ – Lógico que me lembro, o Caligraffiti não era daqueles meninos do Rio de Janeiro? Mas eles pararam né?”

Pararam? Acho que eles nem começaram. Assim como uma frase do último disco do Marcelo:

“… Não estou sumido filho, ganhei distância…”

Recentemente tenho ouvido muito rap. Nacional principalmente. Não porque sou nacionalista ou porque não gosto de ouvir rap gringo, mas por conseguir entender perfeitamente todas as nuances das letras, todos os incríveis duplos sentidos e metáforas.

E dentro do rap nacional existe um cara chamado Marcelo. Esse cara que foi uma referência pra mim nos anos 90, hoje é o papai rico da galera. É onde o muleque de 16 anos quer chegar. Como ele mesmo diz, se ele usa Rolex o problema é dele, certo?

Errado.

Claro que o problema é dele e ele faz com o dinheiro e com o sucesso o que ele quiser. Claro que ele é um dos nossos gênios da música popular brasileira e claro que eu queria ser “brother” dele para ouvir suas histórias. Mas vem cá, ele usa Rolex porque quer imitar os gringos, porque ele é “foda” ou simplesmente por gostar de Rolex? Em uma cena em que todos precisam ser fodas, o mais foda posta seu Air Max Fuck no Air Max Day. Quanta babaquice, um luxo!

ROLEX_Deep_Sea

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