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30 piadas de 1º de abril

É aquela época do ano. Empresas aproveitam o dia da mentira pra criarem produtos e histórias absurdas, e quem sabe se promoverem um pouquinho na jogada. Veja algumas pegadinhas de 1º de abril desse ano.

1. Microsoft lança o MS-DOS Mobile


http://www.windowscentral.com/microsoft-launches-ms-dos-mobile

2. Google Maps Pac Man

google-pacman
https://www.google.com/maps/

3. #MotoSelfieStick


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Esculturas naturais de Andy Goldsworthy

Andy Goldsworthy é um escultor escocês, que trabalha inteiramente com a natureza. Seus trabalhos são efêmeros, registrados somente por fotografia, e ele o descreve como um meio de entender o mundo.

Conheci o trabalho dele através do documentário Rivers and Tides, que mostra a delicadeza das esculturas, e sua dedicação pra executar cada uma, e os desafios que encontra no caminho. O resultado sempre é impressionante, mas muitas vezes custa horas de trabalho, e muitos machucados nas mãos.

Goldsworthy explora elementos como folhas, pedras, gravetos, terra, e os manipula para criar composições incríveis, e que ao sofrerem a ação da natureza, completam o conceito da obra.

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Eu sou a Comic Sans, palhaço

Esse texto não é recente, mas acabei lembrando dele e achei que valia à pena traduzir e postar aqui.
Se você entende inglês, sugiro ler o original aqui.

Seguinte… Eu sei da merda que você anda falando nas minhas costas. Você acha que eu sou idiota. Você acha que eu sou imaturo. Você acha que eu sou uma desculpa malformada e patética de fonte. Bem, pense novamente imbecil, porque eu sou a Comic Sans, e eu sou a melhor coisa que aconteceu à tipografia desde aquele viado do Johannes Gutenberg.

Você não gosta que a sua colega de trabalho me usou naquele bilhete sobre roubar o iogurte dela da geladeira sala dos funcionários? Você não gosta que eu estou enfeitando o blog da sua cunhada? Você não gosta que eu estou no letreiro daquele restaurante tailandês novo? Você acha que eu sou brega? Então surpresa, Picasso. Não é todo mundo que tem setenta e três variações de Helvetica dando mole nos seus MacBook Pros de 17 polegadas. Desculpa, mas o mundo inteiro não pode ser feito desses tipos suíços Eurotrash. Desculpa, mas algumas pessoas gostam de se divertir. Desculpa se eu estou no caminho da sua festinha monotonomalista Bauhausiana. Talvez algum dia você devia tirar sua gola rolê preta, parar de ajustar compulsivamente o seu tema do Tumblr, e relaxar um pouco pela primeira vez na vida.

As pessoas me amam. Por quê? Porque eu sou divertida. Eu sou a vida da festa. Eu trago leveza pra qualquer situação. Precisa suavizar o duro golpe de uma mensagem sobre etiqueta no banheiro? POW. Lá estou eu. Quer dar um tapa nas instruções de como chegar na sua festa de formatura? BUM. Tô lá. Precisa transmitir a sua personalidade calorosa no site da sua empresa? SHAZAM. Como narcisos na porra da primavera, mermão.

Quando as pessoas precisam relaxar, se divertir, e comemorar, eu vou estar lá, ao contrário dessas suas fontes patéticas. Enquanto a Gotham tá na feira de ciências, eu tô pedalando a rainha do baile atrás da marcenaria. Enquanto a Avenir tá praticando o clarinete, eu tô moendo “Reign In Blood” na minha Stratocaster de braço duplo. Enquanto a Univers tá reabastecendo suas prescrições de alergia, eu tô castigando o acelerador do meu Honda Civic nitrado contra gangsters de Tóquio, que vão me matar se eu não cruzar a linha de chegada primeiro. Eu sou um Super-Homem sans serif e minha única criptonita são puristas pretensiosos como você.

Nem importa mesmo o que você pensa. Você sabe por que? Porque eu sou famoso. Estou em todos os principais sistemas operacionais desde a porra do Microsoft Bob. Eu estou nas suas placas. Eu estou nos seus navegadores. Eu estou nos seus MSNs. Eu não sou apenas uma fonte. Eu sou uma força da natureza e não vou descansar até que cada tipógrafo pau-na-testa de poltrona como você, estiver rodeado pela minha marrentice sans-serif amável, inspirada em histórias em quadrinhos.

Chega desse papo furado. Vou ali apertar um com a Papyrus.

Todo design deveria ser universal

Seguindo o sucesso do lançamento da marca dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, vou compartilhar um ótimo post publicado no Abstrátil, pela Dalila Nóbrega, sobre o design feito para todos.

Veja o que estamos aprendendo sobre o assunto.
Por Dalila Nóbrega


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Introdução ao Processing

Processing é uma linguagem de programação destinada a designers e ilustradores. Foi criada no MIT, e é na verdade um subset da linguagem Java, mas com algumas facilidades destinadas a produção de peças gráficas, animações, interações etc. Esse fim de semana eu dei um pulo no MAM, onde estava acontecendo o Festival CulturaDigitalBR, e no sábado de manhã, uma oficina rápida de introdução ao Processing.

A onda do Processing é que é uma linguagem muito fácil de aprender. Mesmo se você nunca teve experiência prévia com programação, algumas linhas de código e um pouco de raciocínio podem produzir resultados incríveis. E essa sempre foi a ideia principal, desde quando John Maeda e seus estudantes do MIT Media Lab conceberam o projeto em 2001.

Vou compartilhar um pouco dessa descoberta inicial, pra você ver se você também se interessa na linguagem, e quem sabe corre atrás de mais informação. Eu digo descoberta inicial, pois isso é o básico do básico mesmo, pra quem nunca escreveu uma linha de código ver como o Processing serve pra qualquer ser pensante.
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Mapa de fornecedores gráficos

Amigos e amigas designers, produtores e produtoras,
Criei um mapa no Google Maps, pra catalogar fornecedores que conhecemos e com os quais já trabalhamos. Gráficas, bureaus etc ..

O mapa é público, e todos podem editá-lo, então espalhem o link !

Comecei com algumas categorias e alguns fornecedores, mas é só um início. Podem adicionar outras cores para outras categorias, e quanto mais informações sobre os fornecedores (tipo de trabalho feito, avaliação, nome do contato etc), melhor.

Vamos montar o catálogo de fornecedores mais completo, atualizado e confiável da história !

Aqui o link curto : http://jpfara.co/mapadefornecedores

A ciência de Hollywood

Com Hollywood inundado de blockbusters de ficção científica e superpoderes dos quadrinhos, tornou-se cada vez mais difícil para os escritores de criar um mundo que é, de fato, fora deste mundo. E como a ciência avança a tal ponto que o que antes parecia incrível agora é quase lugar-comum, os escritores são desafiados a expandir a definição de fantasia além da realidade.

A pressão que isto representa para os escritores de ter um certo nível de conhecimento científico pode ser assustador. Com fãs obsessivos, alimentados pela internet esperando para chamar atenção de qualquer imprecisão factual, qualquer escorregada científica poderia lançar dúvidas sobre a integridade do mundo que foi criado. É aí que a Science & Entertainment Exchange entra pra botar ordem na casa.

Science & Entertainment Exchange

A SEE foi criada para colmatar o fosso entre a realidade e a fantasia em um momento em que a realidade do que já está ocorrendo tem, em muitos aspectos, se encontrado com a nossa imaginação. SEE originou em Washington DC, na National Academy of Sciences, e une as principais mentes científicas com escritores e produtores de Hollywood para realizar consultas sobre as produções.

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Impressão 3D e o Homo Evolutis

NASA + Google = Singularity UniversityNo final do ano passado eu tive a enorme oportunidade de participar do primeiro programa executivo da Singularity University fora do seu campus na NASA. A Singularity é uma universidade interdisciplinar, cuja missão é educar e inspirar líderes e investidores sobre a evolução das tecnologias pra resolver os maiores desafios de hoje e de amanhã. Ela foi fundada pelo futuriasta/inventor Ray Kurzweil e o médico/empreendedor Peter Diamandis em 2008, com o apoio de empresas como Google, NASA e Autodesk.

O curso de graduação da Singularity acontece no campus da NASA Ames, no Vale do Silício, e dura 10 meses. Durante o período, um corpo docente formado por engenheiros, tecnólogos, futuristas, médicos e astronautas dão aulas de tecnologias exponenciais, robótica, nanotecnologia, biotecnologia, medicina, redes computacionais, e por aí vai. O programa executivo, que eles fazem fora do campus, como esse que aconteceu em São Paulo, abrange os mesmos assuntos, mas de forma mais superficial e pontual. Mas deu pra sentir um pouco do que vem por aí, e se eu for escrever um post sobre absolutamente tudo, vai ser o maior post da história da internet. Por isso sugiro que se você se interessa por tecologia e futurismo, acesse o canal do YouTube da Singularity e engula uma dose mastigada mas farta do tipo de conteúdo lecionado na universidade.

Um dos assuntos que sempre ressurgia nas palestras do programa foi o da impressão 3D. A tecnologia não é nova, sendo existente há mais de 30 anos, porém, até hoje as impressoras 3D têm sido extremamente caras pra terem qualquer impacto significativo no mercado. Mas o grande lance é que hoje estamos no “joelho” da curva de avanço exponencial das impressoras 3D, o que significa que o custo cai e o nosso alcance a essa tecnologia aumenta exponencialmente. E pode parecer mais uma tecnologia que está em ascensão, assim como a impressão xilográfica veio no início do milênio passado, mas as aplicações consequentes de mais uma dimensão na impressão são muito mais amplas…
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Palestra: Stefan Sagmeister

Quinta feira passada, dia 25/11, o designer austríaco Stefan Sagmeister veio ao Rio dar uma de suas palestras, da sua turnê pelo Brasil, trazido pela ABCDesign. Tivemos a oportunidade não só de assistir à palestra, mas também de filmar tudo pra que todos possam ver. A palestra aconteceu no excelente espaço do Planetário da Gávea.

Sagmeister é uma figura de quase 2 metros de altura, que fala humildemente de como ele busca a felicidade no design. Apesar de dirigir um escritório em NY, ele trabalha de modo muito peculiar. Certa vez, resolveu pegar 5 anos de sua aposentadoria e os distribuiu ao longo dos seus anos de trabalho, resultando em anos sabáticos a cada 7 anos. Nesses anos, o escritório fecha completamente, e Stefan e seus designers têm o tempo livre para desenvolverem o que quiserem. Ele alega que é justamente nesse tempo que vem a maioria da inspiração para os trabalhos remunerados dos anos seguintes, aumentando a qualidade e compensando o processo a longo prazo.

E ele não é o único que trabalha desse jeito. Tendo um ano sabático em cada 7 anos de trabalho para clientes, Sagmeister tem 12,5% do seu tempo reservado para ele mesmo. Desde 1930, a 3M reserva 15% de tempo livre para seus engenheiros, o que resultou em produtos como a Scotch Tape e o Post-It, de Art Fry. E não podemos esquecer do Google, famoso por dar a seus funcionários 20% de tempo sabático para perseguir projetos pessoais que eventualmente retornam como inspirações e produtos para a empresa.

Sem mais, segue a palestra na íntegra:

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Graffiti Analysis

Graffiti Analysis é um experimento para analisar o movimento do graffiti, mais especificamente do tag.

Criado pelo Graffiti Research Lab, é um experimento OpenSource, em que uma câmera ligada a um computador detecta o movimento da caneta, e o software o processa para gerar uma versão 3D da tag. Esta é então exportada em um formato exclusivo – GML (Graffiti Markup Language), e subida para uma galeria de tags – http://000000book.com. No final, o trabalho agregado na galeria serve de referência para os diferentes estilos de graffiteiros do mundo todo.

Veja o vídeo de demonstração e veja como funciona :

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