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Vinheta HBO 1983

Em 1983 a HBO investiu na produção de uma vinheta diferenciada para a abertura dos seus programas exclusivos. Algo que na época era uma ousadia, considerando os recursos tecnológicos, o custo necessário e a fuga do padrão do que as outras emissoras faziam. Veja o resultado:

Hoje em dia praticamente toda peça de videografismo é produzida usando o computador, com programas de animação e pós-produção como After Effects, Combustion, Motion, Flame, Inferno, e por aí vai. Naquela época, efeitos visuais eram criados usando técnicas analógicas, manipuladas por maquetistas, montadores, pintores de Matte, usando cenários reais e efeitos físicos. No máximo, o computador entrava pra controlar motores e mover objetos com precisão, como a câmera por exemplo. Coisa que nem podemos imaginar mais agora sem assistir making-ofs como esse da vinheta da HBO:

Cantei um designer

Seguindo sucessos como #twitteiumfilme e #zemayerfacts, lançamos no twitter o que seria se um designer resolvesse usar seus conhecimentos profissionais pra conquistar um parceiro na noite. Eis a hashtag #canteiumdesigner. Exemplos :

  • “Vamos diminuir o kerning entre nós.”
  • “Sua mãe ajustou bem sua bezier.”
  • “Qual é o atalho pra sua layer de baixo ?”
  • “Posso embedar um beijo.tiff no seu rosto.ai ?”
  • “Por favor, não dê um flip horizontal pra mim !!”
  • “Vamos lá pra casa … Tomamos um drinque … Criamos uma paleta de cores …”
  • “Não tenho Drop Shadows de dúvida de que te amo”
  • Na cama depois de algumas tentativas: “Ihhhh…. to achando que esse Illustrator é Corel, hein?”
  • Cantada: “Quer ver a espessura do meu stroke ?”
    Resposta: “Acho que vou precisar de um conta-fios…”
  • “Voulez-vous Couché Matte avec moi ?”
  • “Você é a minha razão áurea de viver.”

E o pessoal tem dado umas cantadas bem criativas … Inspire-se e continue a cantar designers do jeito mais nerd possível ! :

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Atingindo a velocidade do pensar

Xerox Alto. Monitor retangular vertical, fazendo analogia à folha de papel que seus usuários estavam acostumados a trabalhar.

Xerox Alto. Monitor retangular vertical, fazendo analogia à folha de papel que seus usuários estavam acostumados a trabalhar.

O computador foi inventado como uma ferramenta para facilitar certos trabalhos, assim como o abridor de latas e o martelo. A diferença é que, por ser uma ferramenta com base matemática e quase abstrata, ela pode assumir infinitas formas. Um computador pode ser uma simples calculadora, ou um instrumento musical. Pode ser na verdade o que quisermos, contanto que consigamos nos relacionar com sua estrutura, para dar as instruções necessárias para que a tarefa seja realizada como queremos.

Ponto de partida

No início, essa relação era bastante hermética, ocorrendo apenas com entusiastas dispostos a aprender como moldar a ferramenta às suas necessidades. Contanto que soubessem como funcionava a máquina, usuários tinham a liberdade da mente para criar o que conseguiam com a interface física que lhes era disponível. Ted Nelson critica em seu texto Libertando-se da prisão o fato de que as empresas e os indivíduos que tiveram o interesse em massificar o uso de computadores, fizeram isso de forma aprisionadora, e simplismente trocaram a liberdade de programar pela facilidade que mais pessoas teriam para usar ferramentas criadas pelos programadores.

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Hello World!

Que mané Hello World o quê ! Alô Mundo !

Mini Me

OMAGAD